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Você está em: Home » Principais Projetos

Programa "Se Liga na Rede"

OBJETIVOS
  • Incentivar as famílias de baixa renda (até 3 salários mínimos, ser o morador/responsável pelo imóvel e assinar termo de adesão)

  • Enviar diariamente para o devido tratamento cerca de 10 toneladas de matéria orgânica ao final do programa  

  • Atender imóveis que já tenham a rede coletora instalada na rua

BENEFÍCIOS
Ao ligar seus imóveis à rede de esgoto, aumentando a eficiência dos programas de saneamento executados no Estado, a população ajuda a despoluir rios e córregos, inclusive o Tietê. Quando não existe a ligação domiciliar, o esgoto doméstico acaba lançado in natura nos corpos d’água.


CUSTO

O custo médio da ligação é de R$ 1.820, o que se torna um impeditivo para quem tem baixo poder aquisitivo.
 

PREVISÃO DE ATENDIMENTO
  • 192 mil novas conexões, com benefícios para cerca de 800 mil pessoas

  • 76,8 mil conexões na Região Metropolitana de São Paulo
     
  • 30 mil conexões na Baixada Santista
     
  • 5,6 mil na Região de Campinas
     
  • 79,3 mil nos demais municípios do interior
 
METAS ANUAIS DE LIGAÇÕES

Região/Ano
Ano 1
Ano 2
Ano 3
Ano 4
Ano 5
Ano 6
Ano 7
Ano 8
RMSP
8.292
8.573
9.358
9.964
11.331
11.299
11.583
6.448
Baixada Santista
7.000
5.000
3.000
3.000
5.000
5.000
1.000
1.000
Campinas
2.200
2.200
600
600
-
-
-
-
Interior
7.617
8.051
8.760
9.499
9.985
10.771
11.847
12.773
Total
25.109
23.824
21.718
23.063
26.316
27.070
24.430
20.221
 

RECURSOS
  • R$ 349,5 milhões ao longo de oito anos
     
  • 80 % dos recursos custeados pelo Governo do Estado e os 20% restantes pela Sabesp
     
DADOS DO IBGE - PESQUISA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO (PNSB 2008).
  • O Estado de São Paulo conta 100% dos municípios com coleta de esgoto
     
  • 82,1% dos domicílios do Estado de São Paulo são atendidos por rede geral coletora de esgoto
     
  • 44% dos 57,7 milhões de domicílios do País tinham acesso à rede geral de esgoto em 2008, ou seja, 25 milhões

  • Os únicos municípios com mais da metade dos domicílios atendidos por rede geral coletora de esgoto foram Distrito Federal (86,3%), São Paulo (82,1%), e Minas Gerais (68,9%)
 
INVESTIMENTOS EM SANEAMENTO SABESP
Com o programa, o governo do Estado e a Sabesp ampliam os investimentos em coleta e tratamento de esgoto. O "Projeto Tietê", que está em sua terceira etapa, chegará até 2015 a US$ 2,65 bilhões aplicados no aumento do saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo.

Até 2018, serão US$ 4,6 bilhões de investimentos no projeto que atende as cidades operadas pela Sabesp. Entre 1992 e 2008, quando foram executadas a primeira e a segunda fases, passaram a ser enviados para tratamento esgoto de 8,5 milhões de pessoas – o equivalente à população de Londres. Com a terceira etapa (2009-2015), mais 3 milhões de pessoas terão seus esgotos tratados.

Na Baixada Santista, desde 2007 o programa "Onda Limpa" investe R$ 2,3 bilhões em obras de saneamento na Baixada Santista e no Litoral Norte. Os recursos também beneficiam o turismo em duas das regiões mais visitadas do Estado no verão, já que colabora com a melhoria na qualidade das praias.
 
 
IMPORTÂNCIA DO SANEAMENTO
Entre os principais benefícios de ter água tratada, coleta e tratamento de esgoto está a redução dos gastos de saúde e da mortalidade infantil. O índice de 2010 no Estado de São Paulo ficou em 11,9 óbitos de crianças com menos de um ano a cada mil nascidas vivas; contra 31,2 em 1990. A queda foi de 61,8% nesses 20 anos.
 
Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) também corrobora os benefícios: mostra que para cada R$ 1 investido em saneamento se economizam R$ 4 com gastos de saúde.
 
 
META: ÁGUA E ESGOTO PARA TODOS
O objetivo da Sabesp é, em 2018, ser reconhecida como a empresa que universalizou os serviços de saneamento em sua área de atuação. Atualmente, 141 dos 364 municípios onde a companhia atua estão universalizados.

Para oferecer 100% de abastecimento, 100% de coleta e 100% de tratamento de esgoto, a empresa aumentou o volume de investimentos, já que são necessários R$ 16,3 bilhões para atingir a meta.

Em 2011 foram investidos de cerca de R$ 2 bilhões. Em 2009 e 2010 foram aplicados R$ 1,98 bilhão e R$ 2,26 bilhões, respectivamente.